Sábado, 27 de Dezembro de 2014

A Busca

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A Busca· Busquei em rostos e sorrisos, Procurei em festas e florestas, Percorri caminhos e trilhas, E quando pensei que não mais Encontraria minha alma gêmea, Minha felicidade, Eis que surgiu à minha frente O motivo de minha busca. E como uma criança pura E inocente, me entreguei Por completo a ti. E como um anjo celestial Iluminou minha estrada Renovando em mim um novo espírito Ensinando-me a difícil Arte do Amor. Juntos vivemos todas as emoções possíveis Crescemos com nossos sentimentos Compartilhamos tristezas e alegrias. Não somos apenas mais um casal, mas Amigos, amantes, cúmplices e Namorados.

Autora Erika de Lazari

publicado por natydocura às 19:15
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1 comentário:
De carlos a 4 de Janeiro de 2015 às 21:38
como diz o povo, Deus escreve direito por linhas tortas...... Quantos anos se passaram amor........ Como nosso amor tem sido belo, intenso, único....... Trazes vida, emoção, sentimento, prazer, desejo à minha vida. Por isso te amo tanto

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.A minha terra

Montemor-o-Novo tem construído o presente e projectado o futuro ancorado no seu passado histórico, rico de memórias. Aí cimenta a sua identidade e é patente a sua força e diferença face a todos os outros lugares do Mundo. Uma identidade que afirma a sua presença ao Alentejo, região em que o Homem moldou e soube manter ao longo dos tempos uma "linguagem", uma cultura, uma arquitectura, única no país e na Europa. Outro mundo, outro ritmo. Unidos por uma forte vontade colectiva de progresso, eleitos e população, têm vencido atrasos ancestrais, tendo vindo a construir um concelho de apetecida qualidade de vida, de activa dinâmica comunitária, de apego a valores democráticos e de justiça social, de prestígio nacional e internacional. Montemor-o-Novo, no que do Poder Local depende, está a dar um salto qualitativo no seu desenvolvimento. Uma visível mudança positiva tem vindo a inscrever Montemor no futuro. As nossas inovadoras Piscinas Recreativas, o seu magnífico Parque Urbano, o ímpar Parque de Exposições, realizações por excelência que projectam Montemor, surgem no topo de um vasto programa autárquico centrado na melhoria das condições de vida dos montemorenses e da valorização da cidade e do concelho. Muito se tem feito nestes últimos 25 anos de exercício. Destacamos um pouco do muito feito: o enorme sucesso da política municipal de urbanismo e apoio à habitação, o aumento contínuo de investimento nos arruamentos e caminhos, no abastecimento de água e saneamento, na imagem urbana, na higiene e limpeza e na iluminação; o marcante programa de acção social onde pontifica o salto no apoio a reformados, idosos e deficientes; o ambicioso plano ambiental; as acções de apoio ao desenvolvimento económico; a qualidade, relevância e prestígio da política sócio-cultural e desportiva; o enorme reforço do apoio às instituições e iniciativas locais incrementando as actividades e dinâmicas concelhias; a descentralização para as freguesias, a defesa da regionalização e da democraticidade do Poder Local; a gestão democrática e participada pelas populações. No entanto, sabemos que os problemas estruturais que se sentem no nosso concelho, à semelhança de tantos outros no Alentejo, não dependem das autarquias nem da vontade das populações. Dependem de políticas do poder central que contínua a esquecer o interior. Daí que saibamos que para resolver os principais problemas (saúde, emprego, investimento, diversificação da base económica, etc.) é fundamenta l uma nova política nacional de desenvolvimento regional. Por isso, para além da disponibilidade de colaboração com o Poder Central é indispensável uma forte acção reivindicativa, que em Montemor já deu os seus frutos, como é o caso da construção da Barragem dos Minutos ou de mais e melhores instalações para os idosos, mas há que continuar e reforçar as reivindicações ao Poder Central, para que outros projectos, necessários a Montemor, se concretizem. Uma enorme contradição percorre hoje as sociedades humanas. Por um lado, uma enorme e crescente capacidade para produzir riqueza. Por outro lado, uma igualmente enorme e crescente desigualdade social decorrente da apropriação daquela riqueza por uma pequena elite à escala mundial e também à escala nacional. Estamos profundamente convictos que é possível e desejável lutar por uma sociedade onde aquele imenso potencial sirva a generalidade da população. Estamos profundamente convictos que esse é o caminho que honrará a história e a memória do Alentejo e do seu povo, que esse é o caminho para um futuro de dignidade para todos.

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