Domingo, 26 de Outubro de 2014

Sim, será esta noite

 

 

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Sim, será esta noite
Que me entregarei à loucura
À devassidão dum desejo desmedido
Neste leito que extravasa luxúria
O saciar deste corpo perdido.

Esta noite
Romperei regras e preconceitos
Mente despida de tabus
O jubilar de prazeres satisfeitos
Almas abertas a desejos nus.

E esta noite
Brilharei como a lua
Despida de branco serei tua
Pelas tuas mãos de cetim
Vibrarei sobre lençois de carmim
Assim,
Ao ritmo dum violino que geme 
O sussurrar das nossas bocas
Expressões de horas loucas
Num naufragar sem proa nem leme.

Noite
Onde tudo é permitido
Um sem fim de ternura 
E o fruto proibido 
Esta noite, assim,
Com sofreguidão e loucura
Será por fim consumido.

Deslizarei
Sobre teu corpo suado
Cederei minhas entranhas
Ao teu querer ancorado
E sem limites satisfarei
Até ao limiar da exaustão
Desejos proibidos
Libertarei gemidos 
E esta noite, sim,
Perderei juízo e razão.......Smile
.

publicado por natydocura às 10:47
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1 comentário:
De carlos a 26 de Outubro de 2014 às 13:31
nesta noite, quando a lua iluminar nossos corpos nus, te terei em meus braços.......nesta noite de prazer e luxúria eu te farei mulher sedenta de prazer e amor......nesta noite nos amaremos com paixão.......nesta noite eu te direi sussurando a teu ouvido TE AMO

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.A minha terra

Montemor-o-Novo tem construído o presente e projectado o futuro ancorado no seu passado histórico, rico de memórias. Aí cimenta a sua identidade e é patente a sua força e diferença face a todos os outros lugares do Mundo. Uma identidade que afirma a sua presença ao Alentejo, região em que o Homem moldou e soube manter ao longo dos tempos uma "linguagem", uma cultura, uma arquitectura, única no país e na Europa. Outro mundo, outro ritmo. Unidos por uma forte vontade colectiva de progresso, eleitos e população, têm vencido atrasos ancestrais, tendo vindo a construir um concelho de apetecida qualidade de vida, de activa dinâmica comunitária, de apego a valores democráticos e de justiça social, de prestígio nacional e internacional. Montemor-o-Novo, no que do Poder Local depende, está a dar um salto qualitativo no seu desenvolvimento. Uma visível mudança positiva tem vindo a inscrever Montemor no futuro. As nossas inovadoras Piscinas Recreativas, o seu magnífico Parque Urbano, o ímpar Parque de Exposições, realizações por excelência que projectam Montemor, surgem no topo de um vasto programa autárquico centrado na melhoria das condições de vida dos montemorenses e da valorização da cidade e do concelho. Muito se tem feito nestes últimos 25 anos de exercício. Destacamos um pouco do muito feito: o enorme sucesso da política municipal de urbanismo e apoio à habitação, o aumento contínuo de investimento nos arruamentos e caminhos, no abastecimento de água e saneamento, na imagem urbana, na higiene e limpeza e na iluminação; o marcante programa de acção social onde pontifica o salto no apoio a reformados, idosos e deficientes; o ambicioso plano ambiental; as acções de apoio ao desenvolvimento económico; a qualidade, relevância e prestígio da política sócio-cultural e desportiva; o enorme reforço do apoio às instituições e iniciativas locais incrementando as actividades e dinâmicas concelhias; a descentralização para as freguesias, a defesa da regionalização e da democraticidade do Poder Local; a gestão democrática e participada pelas populações. No entanto, sabemos que os problemas estruturais que se sentem no nosso concelho, à semelhança de tantos outros no Alentejo, não dependem das autarquias nem da vontade das populações. Dependem de políticas do poder central que contínua a esquecer o interior. Daí que saibamos que para resolver os principais problemas (saúde, emprego, investimento, diversificação da base económica, etc.) é fundamenta l uma nova política nacional de desenvolvimento regional. Por isso, para além da disponibilidade de colaboração com o Poder Central é indispensável uma forte acção reivindicativa, que em Montemor já deu os seus frutos, como é o caso da construção da Barragem dos Minutos ou de mais e melhores instalações para os idosos, mas há que continuar e reforçar as reivindicações ao Poder Central, para que outros projectos, necessários a Montemor, se concretizem. Uma enorme contradição percorre hoje as sociedades humanas. Por um lado, uma enorme e crescente capacidade para produzir riqueza. Por outro lado, uma igualmente enorme e crescente desigualdade social decorrente da apropriação daquela riqueza por uma pequena elite à escala mundial e também à escala nacional. Estamos profundamente convictos que é possível e desejável lutar por uma sociedade onde aquele imenso potencial sirva a generalidade da população. Estamos profundamente convictos que esse é o caminho que honrará a história e a memória do Alentejo e do seu povo, que esse é o caminho para um futuro de dignidade para todos.

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